Mas no final, aqueles segredos que mais valor teriam se concretizados em palavras, são os que se tornam imortais e aqueles segredos que deveriam viver em total abstração, residindo na mente do único que o propôs, são os segredos libertos na embriaguez da tolice, por demasiado egoísmo ou manutenção do próprio âmago.
Então a verdade, a inocência e o verdadeiro amor morrem como se nunca tivessem existido, e as mentiras, as ilusões, o ser quem não realmente sou se torna nossa história, nossa vida; uma farsa do ser, um teatro, uma peça onde prevalece o silêncio do que seria realmente viver.
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