"Adeus"
“Dessa vez eu encontrarei o mais belo sorriso por toda a eternidade. Na celeste noite que cobre os teus olhos ou no infindável pecado ao qual me entrego neste sublime instante de pura liberdade.”
É. Era ele quem ela amava. Ele fora o único que a fez acreditar em contos de fadas; quem a fez sonhar; quem a fez se sentir segura. Ela se perdia em seus olhos, admirando cada detalhe da idealização à qual se entregava.
“Eu sinto tanta saudade...”
Ela repetia essas palavras em todos os seus sonhos ou ébria com os seus pensamentos. Ela ainda podia sentir o toque da pele dele sobre a sua, o encontro de seus lábios, os braços dele a envolvê-la em seu paraíso particular.
Como ela fora feliz ao lado dele...
Os beijos, os toques, a felicidade viveram em seus corações por pouco tempo. Mas sobreviveram e embora seus olhos não mais se encontrassem, ainda procuravam um ao outro.
“Me perdoe!”-ela sempre quis que ele dissesse essas palavras. Não sabia o porquê dele pedir perdão, ou porque ela sempre quis ouvi-lo dizer. Ela não sonhava. Ele verdadeiramente pedia perdão.
Ela ficou estática. Procurava palavras, mas estas pareciam não existir.
Ele voltara pra vida dela.
Em meio a tantas palavras ditas por ele, só conseguira ouvir “Você voltaria pra mim?”. Não ouvia mais nada; se entregava ao silêncio, almejando entender as vozes que gritavam em sua mente.
É claro que ela o amava. Tudo que ela desejava era poder dizer sim. “Sinto tanta falta de você. Não imagina a falta que sinto do seu sorriso, de todos os nossos momentos juntos, da felicidade que sentia ao seu lado. Se voltaria pra você? Eu te amo. Durmo todas as noites contemplando a lua, que brilha na escuridão da noite, iluminando os meus versos e acalentando as lágrimas que encontro na ausência do teu sorriso. Seu sorriso é a minha lua. E a escuridão a tua ausência.”
Novamente não conseguiu dizer sequer uma palavra. Apenas ela escutava o que realmente sentia. Ela não podia dizer o quanto o amava.
Ela tocou a face dele, como um Adeus. Sim, ela dizia Adeus.
Ela o deixou sozinho. Ela queria ficar sozinha. Ela não suportaria uma vez mais ver aquele que ela amava partindo, tentando tocá-lo em vão, enquanto ele caminhava e ela se mantinha presa sobre o solo em que ambos tocavam.
Não suportaria não mais tocá-lo, não suportaria a ausência daquele sorriso...
As lágrimas inevitavelmente tocavam sua face. “Desculpe...”
Ela queria ter dito a ele ao menos essas palavras, mas não suportaria olhar pra trás. Ela precisava que ele a esquecesse.
“Ao menos uma vez toquei a sua face, beijei os seus lábios, o envolvi em meus braços enquanto você me abraçava. Ao menos amei. Amo. Se agora busco a liberdade e tão cedo a eternidade, é porque não saberia uma vez mais te perder...”
“Nãao!”- por quê? Por que ele sempre voltava?
Ela perdeu toda a coragem que tinha, pois era ele, o dono daquele sorriso. Ah, aquele sorriso!
“Como você pôde pensar em me deixar assim? Depois de tudo o que eu te disse...”-uma lágrima caminhava na face daquele que ela tanto amava. Ele não sorria.
“Um dia foi você quem me deixou!”-finalmente ela encontrou palavras.
“Você sabe por que não ficamos juntos...”
E ela sabia. Não fora culpa dele ou dela. O destino os separara. Por tantos motivos não puderam ficar juntos...mas ela precisava culpá-lo, ela precisava de um motivo pra deixá-lo.
“...e eu não me refiro a você ter me abandonado, sozinho. O que eu não suporto pensar é que você buscaria a eternidade e me faria viver em tua ausência. Eu te amo demais. Eu te quero ao meu lado a cada segundo. Eu quero viver com você, por você. Um dia encontrarei a eternidade, mas só suportarei se for ao seu lado. E se eu não estivesse aqui, agora, neste exato instante? O que seria de você, de mim, de nós? Você encontraria a celeste noite ou o infindável pecado, mas pode ter certeza, que o primeiro que encontraria seria eu, ao seu lado. Te amando, eternamente.”
Ela não mais se entregaria à celeste noite ou ao pecado. Ela se entregaria àquele sorriso, somente àquele sorriso, por toda a eternidade.
Os braços dele a envolveu. Ela tocou os seus lábios, sua face e lhe disse palavras, poucas palavras para que somente ele escutasse, mas que o fizeram sorrir e abraçá-la ainda mais forte.
E se ele tivesse desistido dela? Talvez ela já tivesse encontrado o eterno sorriso de quem ama, mas incomparável ao sorriso que agora encontra frente aos seus olhos.
“...”
É. Era ele quem ela amava. Ele fora o único que a fez acreditar em contos de fadas; quem a fez sonhar; quem a fez se sentir segura. Ela se perdia em seus olhos, admirando cada detalhe da idealização à qual se entregava.
“Eu sinto tanta saudade...”
Ela repetia essas palavras em todos os seus sonhos ou ébria com os seus pensamentos. Ela ainda podia sentir o toque da pele dele sobre a sua, o encontro de seus lábios, os braços dele a envolvê-la em seu paraíso particular.
Como ela fora feliz ao lado dele...
Os beijos, os toques, a felicidade viveram em seus corações por pouco tempo. Mas sobreviveram e embora seus olhos não mais se encontrassem, ainda procuravam um ao outro.
“Me perdoe!”-ela sempre quis que ele dissesse essas palavras. Não sabia o porquê dele pedir perdão, ou porque ela sempre quis ouvi-lo dizer. Ela não sonhava. Ele verdadeiramente pedia perdão.
Ela ficou estática. Procurava palavras, mas estas pareciam não existir.
Ele voltara pra vida dela.
Em meio a tantas palavras ditas por ele, só conseguira ouvir “Você voltaria pra mim?”. Não ouvia mais nada; se entregava ao silêncio, almejando entender as vozes que gritavam em sua mente.
É claro que ela o amava. Tudo que ela desejava era poder dizer sim. “Sinto tanta falta de você. Não imagina a falta que sinto do seu sorriso, de todos os nossos momentos juntos, da felicidade que sentia ao seu lado. Se voltaria pra você? Eu te amo. Durmo todas as noites contemplando a lua, que brilha na escuridão da noite, iluminando os meus versos e acalentando as lágrimas que encontro na ausência do teu sorriso. Seu sorriso é a minha lua. E a escuridão a tua ausência.”
Novamente não conseguiu dizer sequer uma palavra. Apenas ela escutava o que realmente sentia. Ela não podia dizer o quanto o amava.
Ela tocou a face dele, como um Adeus. Sim, ela dizia Adeus.
Ela o deixou sozinho. Ela queria ficar sozinha. Ela não suportaria uma vez mais ver aquele que ela amava partindo, tentando tocá-lo em vão, enquanto ele caminhava e ela se mantinha presa sobre o solo em que ambos tocavam.
Não suportaria não mais tocá-lo, não suportaria a ausência daquele sorriso...
As lágrimas inevitavelmente tocavam sua face. “Desculpe...”
Ela queria ter dito a ele ao menos essas palavras, mas não suportaria olhar pra trás. Ela precisava que ele a esquecesse.
“Ao menos uma vez toquei a sua face, beijei os seus lábios, o envolvi em meus braços enquanto você me abraçava. Ao menos amei. Amo. Se agora busco a liberdade e tão cedo a eternidade, é porque não saberia uma vez mais te perder...”
“Nãao!”- por quê? Por que ele sempre voltava?
Ela perdeu toda a coragem que tinha, pois era ele, o dono daquele sorriso. Ah, aquele sorriso!
“Como você pôde pensar em me deixar assim? Depois de tudo o que eu te disse...”-uma lágrima caminhava na face daquele que ela tanto amava. Ele não sorria.
“Um dia foi você quem me deixou!”-finalmente ela encontrou palavras.
“Você sabe por que não ficamos juntos...”
E ela sabia. Não fora culpa dele ou dela. O destino os separara. Por tantos motivos não puderam ficar juntos...mas ela precisava culpá-lo, ela precisava de um motivo pra deixá-lo.
“...e eu não me refiro a você ter me abandonado, sozinho. O que eu não suporto pensar é que você buscaria a eternidade e me faria viver em tua ausência. Eu te amo demais. Eu te quero ao meu lado a cada segundo. Eu quero viver com você, por você. Um dia encontrarei a eternidade, mas só suportarei se for ao seu lado. E se eu não estivesse aqui, agora, neste exato instante? O que seria de você, de mim, de nós? Você encontraria a celeste noite ou o infindável pecado, mas pode ter certeza, que o primeiro que encontraria seria eu, ao seu lado. Te amando, eternamente.”
Ela não mais se entregaria à celeste noite ou ao pecado. Ela se entregaria àquele sorriso, somente àquele sorriso, por toda a eternidade.
Os braços dele a envolveu. Ela tocou os seus lábios, sua face e lhe disse palavras, poucas palavras para que somente ele escutasse, mas que o fizeram sorrir e abraçá-la ainda mais forte.
E se ele tivesse desistido dela? Talvez ela já tivesse encontrado o eterno sorriso de quem ama, mas incomparável ao sorriso que agora encontra frente aos seus olhos.
“...”
juliana eu vou te bater! COMO vc não gostooou? ta liiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiindoooo!! eu ameeeeeei ³³³³
ResponderExcluirdemais msm ;DDD
hauhauhuahuahua
ResponderExcluirBrigado Paluu. Fiquei feliz que vc gostou!!! ;DD