
O teu silêncio mata cada vestígio de felicidade que ao acaso pude encontrar. A ausência da tua voz rouba também as minhas palavras e tudo que profiro é o análogo silêncio de teus olhos.
Ah, teus olhos. O motivo de minha existência. Perderia-me na eternidade de teus olhos para que entendesses o quanto te amo.
Talvez o acaso traga-me a inverossímil escuridão: tua completa ausência. Um outro alguém, um dia, encontrará em teu sorriso a própria verdade e te roubará de minhas idealizações, de meus delírios. Cobrirá o céu com a vasta escuridão, roubando a lua, a única luz que um dia iluminou os meus versos.
Suplico que assim não partas, que não exaltasses minha eloquente tristeza. Que não faças de meu amor a exatidão de minha própria morte.
Sinto, em demasia, saudades dos beijos teus que nunca tive, dos abraços que nunca encontrei e das palavras que permaneceram vivas na abstração.
Tua pele, demasiado cálida, queima todos os pensamentos que adornam a veracidade das minhas palavras. Então minto. Verdadeiramente omito que ao admirar cada nuança de teu sorriso, sou capaz de encontrar a felicidade.
Conheço cada sorriso que colhes em tua face. O porquê de teu silêncio e todas as vontades que abrigas em ti.
Posso lhe assegurar, e suplico que acredites: tudo que busco nesse mundo é a essência de tua felicidade. Conheço-te em verdade, mas ainda me perco em meio a tua vaidade e sinceramente te digo que se compreendesse o que daria vida aos teus versos, viveria a eternidade lutando por um único ideal: fazer-te feliz.
É certo que jamais seria parte de sua felicidade e que jamais encontraria a liberdade de tocar os teus lábios, encontrar os teus beijos e te dizer o quanto amo. E talvez, embora planejasse esta eternidade, não me confrontaria com ela jamais, já que meus versos não sobreviveriam ao completo silêncio de teus olhos.
E nesse mundo tão concreto, escondo-me em idealizações, em verdades oportunas à quimera.
Escondo-me em gestos, em palavras e infelizmente em razão.
Posso te jurar que me libertaria de tudo que me prende a este mundo para que apenas uma vez, simplesmente uma...eu pudesse encontrar os teus lábios,sentir o teu toque, descrever tua irrevogável perfeição e unicamente dizer o quanto te amo. E então, suportaria toda a eternidade, em memória ao silêncio de minha imutável ilusão.
Ah, teus olhos. O motivo de minha existência. Perderia-me na eternidade de teus olhos para que entendesses o quanto te amo.
Talvez o acaso traga-me a inverossímil escuridão: tua completa ausência. Um outro alguém, um dia, encontrará em teu sorriso a própria verdade e te roubará de minhas idealizações, de meus delírios. Cobrirá o céu com a vasta escuridão, roubando a lua, a única luz que um dia iluminou os meus versos.
Suplico que assim não partas, que não exaltasses minha eloquente tristeza. Que não faças de meu amor a exatidão de minha própria morte.
Sinto, em demasia, saudades dos beijos teus que nunca tive, dos abraços que nunca encontrei e das palavras que permaneceram vivas na abstração.
Tua pele, demasiado cálida, queima todos os pensamentos que adornam a veracidade das minhas palavras. Então minto. Verdadeiramente omito que ao admirar cada nuança de teu sorriso, sou capaz de encontrar a felicidade.
Conheço cada sorriso que colhes em tua face. O porquê de teu silêncio e todas as vontades que abrigas em ti.
Posso lhe assegurar, e suplico que acredites: tudo que busco nesse mundo é a essência de tua felicidade. Conheço-te em verdade, mas ainda me perco em meio a tua vaidade e sinceramente te digo que se compreendesse o que daria vida aos teus versos, viveria a eternidade lutando por um único ideal: fazer-te feliz.
É certo que jamais seria parte de sua felicidade e que jamais encontraria a liberdade de tocar os teus lábios, encontrar os teus beijos e te dizer o quanto amo. E talvez, embora planejasse esta eternidade, não me confrontaria com ela jamais, já que meus versos não sobreviveriam ao completo silêncio de teus olhos.
E nesse mundo tão concreto, escondo-me em idealizações, em verdades oportunas à quimera.
Escondo-me em gestos, em palavras e infelizmente em razão.
Posso te jurar que me libertaria de tudo que me prende a este mundo para que apenas uma vez, simplesmente uma...eu pudesse encontrar os teus lábios,sentir o teu toque, descrever tua irrevogável perfeição e unicamente dizer o quanto te amo. E então, suportaria toda a eternidade, em memória ao silêncio de minha imutável ilusão.
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